terça-feira, 23 de março de 2010

A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER

Mais uma vez me deparo
Com a insustentável leveza do Ser
… Ser ou não ser, fazer, agir, avançar
Ou ficar quieta, aguardar, recuar …

Tantas coisas que me fazem pensar
Porque não quero errar
Mas também não quero fingir que vivo

(…) Lançar-me em voos arrepiantes porém deliciosos,
Voos rumo a lugar nenhum …
Pelo menos nenhum lugar conhecido
O desconhecido absoluto

Estranho é tantas vezes não temer
Toda a bravura que me caracteriza
A audácia, temperamento intempestivo
Falem o que quiserem
Tô nem aí
Sou mais eu

E outras tantas
Como agora
Uma espécie de cobardia
Será?

Ou apenas a voz sussurrante do bom senso
Essa coisa que somente a maturidade nos traz de presente
Que também pode
E deve
Ser chamada de sabedoria

Angústias a parte, basta pôr-me ao dispor das letras
Esse universo único que me entende
Onde o meu Eu se desprende
Se liberta, se encontra
Que logo tudo adquire nova clareza

E como por magia
Até o que ainda há pouco me oprimia
Agora ganha contornos mais definidos

Talvez não totalmente
Mas que seja … é um começo
Ou recomeço

É a minha forma de conseguir sustentar
A insustentável leveza do ser

3 comentários:

Deborah Garcia disse...

Oi amiga! Como sempre vc c seus lindos textos!
passando deixar um abraço apertado e um bjin!!!
Bjs te adoro!

Nega Bia disse...

Olá cumadre querida... posso ser sincera? te vejo como uma mulher muito espiritualizada... que tem fé naquilo que acredita! acertei? leio seus textos e quase sempre me identifico... por isso que te aprecio tanto! por ser essa pessoa centrada e equilibrada (pelo menos é o que vc me mostra ser...) te adoro muitão mulher!!

Bjuxx

eueogajito disse...

Vamos privatizar o Blog por isso quem quer continuar a seguir diga... OK !!!
Quem querer seguir o Blog envie o vosso mail para eu enviar os convites
aqui fica o mail snns29_796@hotmail.com
Beijosbeijocas

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